"Então clamaram ao Senhor!"
Salmo 107

Cidades e Transformações

Por: Neuza Itioka em 15/03/2010

Cidades e Transformações

Deus deseja ver as nossas cidades transformadas para que o Shalon de Deus possa ser vivida por muitos. Embora a história da humanidade tenha iniciado em um jardim, termina em uma cidade: a Nova Jerusalém.

Não importa qual seja o quadro da nossa sociedade, o caos econômico, social e político que estejamos enfrentando, cremos nas palavras dos profetas de que o Brasil receberá uma visitação especial da parte de Deus: "Um avivamento nunca dantes visto".

É para isto que trabalhamos e sonhamos ver a transformação ocorrer na nossa nação e nas nossas cidades. E, como discípulos de Jesus Cristo, somos agentes de transformação de Deus, nos lugares em que fomos colocados. Desejamos ver a nossa nação transformada. 

O Apóstolo Paulo diz que a natureza criada geme até agora, pois ela foi sujeita à vaidade a à concupiscência pela culpa do homem. E ela geme esperando a manifestação dos filhos de Deus, que somos nós. A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus porque a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus: "Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora" (Rm. 8:19-22).

E, como filhos de Deus, entendemos que a natureza criada sofre dores de parto, pois a pressão da escravidão do pecado sobre ela é quase que insuportável. Ela deseja gozar a liberdade que os filhos de Deus gozam. Com esta consciência, começamos a interceder estrategicamente pelas cidades. Assim, as intercessões levavam a pedir perdão pela situação das ruas, avenidas, bairros e, com isso, via-se algumas mudanças interessantes com as estradas, praças e terrenos baldios.

Alguns relatos...
 
Estrada
Por algum tempo, preocupávamos-nos pelo imenso número de acidentes que aconteciam em BR 116, no trecho entre São Paulo e Curitiba, recebendo a confirmação da parte de Deus, que assim o fizesse, saímos em um fim de semana, em uma equipe, dois carros, para remir a estrada. Estivemos três dias na estrada orando por ela, pedindo perdão pelos pecados cometidos nelas: disputa de terra às margens, prostituição e derramamento de sangue, idolatrias e feitiçarias praticadas.
 
Partimos de São Paulo parando de trecho em trecho para derramar o vinho, simbolizando o poder da remissão do sangue da cruz; o óleo de azeite, quebrando o jugo da terra pelo Espírito Santo e apresentando o sal, como símbolo da irrevogabilidade daquilo que estava sendo feito. Isso aconteceu em um final de semana, nos dias 10, 11 e 12 de outubro de 1996.
Terminada a operação no dia 12, o DNR - Departamento Nacional de Rodagem mandou publicar no dia seguinte a decisão de duplicar a estrada entre São Paulo e Santa Catarina.
 
Praça pública
Uma outra história ocorreu quando cheguei à simpática cidade de Vitória da Conquista. O pastor presidente do conselho de pastores mostrou-me uma pequena praça. Ele comentava que aquela praça era cenário de prostituição dos jovens à luz do dia, tráfico de drogas, algazarra provocando muita perturbação aos moradores dos prédios ao redor. As barraquinhas lá existentes eram usadas para traficar drogas.

Mas um grupo de pastores da cidade decidiu orar e exercer autoridade sobre aquele lugar: intercessão e pedido de perdão pelos pecados ali cometidos, repreensão e expulsão dos espíritos ali atuantes, em nome de Jesus Cristo de Nazaré. Veio a mudança com o desaparecimento das barracas de drogas e os jovens que se drogavam e se prostituíram desapareceram.

Terreno baldio
Um

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